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Tipos de formato e perfil de prótese de silicone: entenda as diferenças

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Escolher uma prótese de silicone não é sobre “quantos ml colocar”. Esse é o erro mais comum. O resultado final depende de como o volume se comporta no seu corpo, e isso envolve formato, projeção, estrutura do tórax, qualidade da pele e expectativa estética.

Quando essa escolha é feita sem critério, o risco não é só estético. É de frustração.

Por isso, entender o básico antes da consulta muda completamente a qualidade da decisão.

O primeiro ponto é o formato da prótese. Existem dois principais. A redonda e a anatômica.

A prótese redonda é a mais utilizada. Ela concentra mais volume na região superior da mama e tende a deixar o colo mais evidente. É uma escolha comum para quem deseja um resultado mais marcado, com presença.

Já a prótese anatômica, conhecida como formato em gota, distribui mais volume na parte inferior. O efeito costuma ser mais discreto e próximo da mama natural. Em alguns casos, como reconstrução mamária ou pacientes que buscam máxima naturalidade, ela pode ser indicada.

Mas aqui está um ponto importante. O formato, sozinho, não define o resultado.

O segundo fator, muitas vezes mais decisivo, é o perfil da prótese. É ele que determina o quanto a mama vai projetar para frente.

Perfis mais baixos tendem a espalhar o volume, deixando o resultado mais suave. Perfis mais altos concentram esse volume em uma base menor, criando mais projeção e um colo mais marcado.

Na prática, duas próteses com o mesmo volume podem parecer completamente diferentes no corpo, dependendo do perfil escolhido.

E é aqui que entra o terceiro ponto. O volume.

Existe uma expectativa comum de que “maior é melhor”. Não é. Um volume maior, mal indicado, pode gerar um resultado pesado, artificial ou até acelerar a flacidez com o tempo.

Por outro lado, um volume menor, bem planejado, pode entregar um resultado muito mais harmônico e elegante.

O corpo da paciente muda completamente essa leitura. Altura, largura do tórax, quantidade de tecido mamário e qualidade da pele influenciam diretamente na aparência final.

Inclusive, a pele é um fator que pouca gente considera. Peles mais finas ou com flacidez exigem mais cuidado, porque aumentam o risco de a prótese ficar visível ou perder sustentação ao longo do tempo.

Outro ponto que interfere no resultado é o plano de colocação. Dependendo do caso, a prótese pode ser posicionada acima ou abaixo do músculo, ou em uma técnica combinada. Isso altera não só o visual, mas também a naturalidade ao toque e a durabilidade do resultado.

Diante de tudo isso, fica claro que não existe uma prótese ideal universal.

Existe a prótese ideal para o seu corpo.

Segundo Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, é exatamente por isso que a decisão não deve ser baseada apenas em fotos de referência ou em tendências. O que funciona bem em outra pessoa pode não funcionar em você.

O papel do cirurgião não é copiar um resultado. É interpretar o que você busca e transformar isso em um planejamento possível, seguro e proporcional.

No fim, o melhor resultado não é o maior, nem o mais marcado.

É aquele que faz sentido no seu corpo, respeita sua estrutura e continua bonito com o passar do tempo.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia, Sala 97B

Agende sua consulta: (62) 98150-6184

Acompanhe: @drpauloegermano

Dr. Paulo Germano Cirurgião Plástico Goiânia

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia | Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia , Sala 97B | Contato: (62) 98150-6184

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