Mastopexia com prótese ou sem prótese: o que realmente define a melhor escolha?
Ao pesquisar sobre cirurgia das mamas, muitas mulheres acabam encontrando opiniões diferentes sobre a necessidade do silicone. Algumas acreditam que toda mastopexia precisa de prótese. Outras defendem que a cirurgia deve ser feita apenas com o próprio tecido mamário. Mas afinal, o que realmente define a melhor escolha?
Segundo o Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, a resposta está longe de ser uma regra universal. A decisão depende de uma combinação de fatores anatômicos, expectativas da paciente e planejamento cirúrgico individualizado.
A mastopexia é uma cirurgia desenvolvida para corrigir a flacidez mamária. Seu principal objetivo é reposicionar as mamas, elevar as aréolas e devolver um formato mais firme e harmonioso ao tórax. Isso significa que a cirurgia pode corrigir a queda das mamas independentemente do uso de próteses.
O que muitas pacientes não sabem é que flacidez e falta de volume são problemas diferentes.
Existem mulheres que possuem bastante tecido mamário, mas apresentam excesso de pele e queda das mamas. Nesses casos, apenas reposicionar os tecidos pode ser suficiente para alcançar um resultado satisfatório.
Por outro lado, há pacientes que além da flacidez desenvolveram um esvaziamento importante das mamas após gravidez, amamentação ou grandes perdas de peso. Nessa situação, levantar a mama sem repor o volume pode não entregar o resultado esperado.
De acordo com o Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, é justamente nesse cenário que a prótese pode desempenhar um papel importante. O implante não corrige a flacidez sozinho, mas pode complementar a mastopexia quando existe necessidade de aumentar o volume ou restaurar o preenchimento da parte superior da mama.
Outro aspecto importante é que as expectativas variam de mulher para mulher.
Algumas pacientes desejam apenas recuperar a firmeza das mamas e manter um aspecto natural. Outras buscam mais projeção, colo mais marcado ou aumento do tamanho dos seios. Nenhum desejo é mais correto que o outro. O fundamental é que a técnica escolhida esteja alinhada aos objetivos da paciente e às possibilidades anatômicas do seu corpo.
Durante a consulta, o cirurgião avalia fatores como volume mamário existente, qualidade da pele, elasticidade dos tecidos, grau de flacidez, assimetrias e proporções corporais. Essas informações permitem construir um planejamento personalizado e mais previsível.
Para o Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, o maior erro é acreditar que existe uma solução padrão para todas as mulheres. A cirurgia plástica moderna busca individualização, naturalidade e equilíbrio. O melhor resultado não é aquele que segue tendências, mas aquele que respeita a anatomia da paciente e proporciona harmonia com o restante do corpo.
Por isso, a escolha entre mastopexia com ou sem prótese deve sempre ser baseada em uma avaliação médica detalhada, capaz de identificar a técnica mais adequada para alcançar resultados seguros, duradouros e compatíveis com as expectativas de cada mulher.



