Saúde mental: pedir ajuda não precisa ser o último recurso
Existe uma ideia equivocada de que alguém só precisa procurar atendimento quando já perdeu completamente o controle da situação.
Não precisa ser assim.
Sofrimento emocional persistente, perda de interesse, isolamento, desesperança, alterações de humor e pensamentos relacionados à morte já são motivos para buscar avaliação.
Quanto mais cedo esses sinais são reconhecidos, mais cedo a pessoa pode compreender o que está acontecendo e conhecer as possibilidades de cuidado disponíveis.
Para familiares e amigos, um dos principais cuidados é não minimizar.
Evite transformar sofrimento em preguiça, fraqueza, drama ou falta de vontade.
Escute o que a pessoa tem a dizer e incentive a procura por profissionais de saúde mental.
Falas sobre suicídio ou desejo de morrer devem sempre ser tratadas com seriedade.
Se houver risco imediato, procure atendimento de emergência e permaneça com a pessoa.
Pedir ajuda pode ser o começo do cuidado, e não sua última alternativa.



